ESTUDO INÉDITO REVELA O RETRATO DIGITAL DAS LOJAS DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO EM GOIÁS

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O levantamento, encomendado pelo SINDIMACO e conduzido pela Sfizio Marketing Digital em parceria com o Sindimaco, analisou 2.551 estabelecimentos em 237 municípios goianos e revelou um setor com boa reputação junto aos clientes, mas com presença digital fragilizada: perfis abandonados, avaliações sem resposta e visibilidade abaixo do potencial. 

O pedido da presidente do Sindimaco, Irma Fernandes teve objetivo claro: transformar dados dispersos em inteligência estratégica para os lojistas do setor. O estudo analisou perfis Google; avaliações de clientes; taxa de resposta das lojas; sentimento dos comentários e comparou o desempenho entre as 10 regiões do Estado. O retrato que emerge é de um setor que atende bem presencialmente — nota média de 4,57 estrelas, considerada boa —, mas que ainda não aprendeu a gerenciar sua vitrine digital mais poderosa: o perfil Google. 

 

A grande maioria das lojas é invisível para o algoritmo, não responde os comentários dos clientes e perde oportunidades de negócio todos os dias sem perceber. “Antes de entrar na loja, o cliente entra no Google”, resume a conclusão do estudo.

Abaixo, os principais achados do estudo. A proposta da presidente Irma Fernandes é levar esse conhecimento ao lojista de forma prática, com valor diferenciado e ações concretas de melhoria.

RESULTADO DA AVALIAÇÃO

Panorama de Reputação Digital no Google aponta setor com boa nota, mas presença digital abaixo do potencial.

Desempenho Geral do Setor: Regular

A nota média do setor no Google é 4,57 estrelas. À primeira vista, o número parece positivo. No entanto, os dados revelam uma realidade preocupante: a maioria das lojas tem baixa presença digital, poucos comentários e quase nenhuma interação com os clientes.

O setor demonstra qualidade no atendimento presencial, mas apresenta fragilidade na gestão da principal vitrine digital da atualidade: o Google.

Conclusão geral: bom desempenho físico, baixa performance digital.

                                  Os dados que mais impactam:

  1. Baixo volume de avaliações
  • 63% das lojas recebem entre 1 e 4 avaliações por ano.
  • Média estadual: apenas 9 avaliações por loja em 12 meses.
  • Apenas 1% das lojas têm mais de 100 avaliações.

Para o Google, volume e frequência de avaliações indicam relevância. Poucas avaliações significam menor visibilidade nas buscas locais.

Na prática: quando o cliente pesquisa “material de construção perto de mim”, muitas lojas simplesmente não aparecem.

 

  1. Baixa taxa de resposta aos comentários
  • Taxa média de resposta: 41,4%.
  • 76% das lojas não respondem nenhuma avaliação.
  • 13.434 comentários foram ignorados.

Responder avaliações é gratuito e estratégico. A ausência de resposta transmite desinteresse ao cliente e reduz a relevância do perfil para o algoritmo do Google.

Para o consumidor:

  • Comentário positivo sem resposta: falta de reconhecimento.
  • Comentário negativo sem resposta: problema não resolvido.

O impacto não é apenas para quem comentou, mas para todos os futuros clientes que pesquisam a loja.

  1. Atendimento é o principal fator citado
  • 70,8% das avaliações mencionam atendimento.
  • Os comentários citam bastante e de forma direta sobre postura, agilidade e morosidade e disposição e indisposição da equipe.

O atendimento é o principal diferencial competitivo do setor — para o bem e para o mal.

  1. Nota média e faixa de excelência
  • Média geral: 4,57 estrelas.
  • Apenas 39,6% das lojas estão acima de 4,8 estrelas.

Estudos mostram que a confiança do consumidor cai significativamente quando a nota desce de 4 para 3 estrelas. Pequenas variações impactam diretamente a decisão de compra e o posicionamento nas buscas.

  1. Estoque e entrega geram mais críticas
  • 22,9% de sentimento negativo em “variedade/estoque”.
  • 22,6% em “entrega/frete”.

Produto indisponível e falhas na entrega são os principais motivos de avaliações negativas — e muitas permanecem sem resposta pública.

  1. Desigualdade regional
  • Centro Goiano responde 62,1% dos comentários.
  • Noroeste Goiano responde apenas 1,2%.

A diferença não é de atendimento, mas de maturidade digital.
Nas regiões com baixa resposta, a oportunidade é imediata para quem começar a agir.

O que o relatório revela: Perfis existem, mas são invisíveis

90% dos perfis analisados apresentam problemas como:

  • Falta de descrição otimizada;
  • Categorias incorretas;
  • Poucas fotos atualizadas;
  • Ausência de palavras-chave

É como ter uma loja física sem placa ou vitrine.

✔︎ Quem agir primeiro ganha vantagem:

Como o setor ainda é digitalmente frágil, qualquer loja que organizar bem seu perfil tende a se destacar rapidamente.

Não é sobre ser melhor. É sobre aparecer.

✔︎ Avaliação positiva é ativo permanente:

Cada comentário 5 estrelas trabalha 24 horas por dia para a loja.
O setor possui mais de 20 mil comentários positivos, mas poucas empresas estimulam ou amplificam esse ativo.

✔︎ Ignorar avaliação negativa é o maior erro:

Um comentário negativo sem resposta sugere descaso.
Um comentário negativo bem respondido demonstra profissionalismo.

A diferença entre perda e fortalecimento de imagem pode estar em três linhas de resposta.

 

Conclusão

O setor de material de construção em Goiás apresenta bom produto e atendimento competitivo, mas presença digital insuficiente.

O cliente atual pesquisa antes de comprar.
Quem não aparece ou não interage perde vendas silenciosamente.

✎ Oportunidade existe.
Quem estruturar bem o perfil Google, estimular avaliações e responder comentários tende a ganhar mercado — não porque é melhor, mas porque é encontrado.

Acesse o link da bio do Instagram do SINDIMACO e veja o relatório completo e solicite o diagnóstico individual da sua loja.

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