EMPRESÁRIO E A SEGURANÇA DIGITAL: como ataques cibernéticos podem paralisar seus negócios

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O setor de materiais de construção está entre os geradores de maior PIB em Goiás quando se fala em serviços. Pilar de obras e empregos no Brasil, precisa urgentemente proteger seus dados digitais para evitar colapsos operacionais. Com a digitalização de pedidos, estoques e faturamento, pequenas lojas e grandes atacadistas expõem informações sensíveis a phishing, ransomware e roubo de credenciais.

 

O alerta tem mobilizado o meio de vendas com atenção à segurança e atualização de ações para bloqueios contra golpe e ou roubo de informações valiosas ao negócio. Denise Rasmussen, CEO da Sidkron Cyber Security – especializada em proteção personalizada para PMEs e grandes empresas –, enfatiza que medidas preventivas evitam prejuízos milionários e garantem continuidade nos negócios.

 

 

Uma invasão paralisa vendas e compromete contratos com construtoras; mas com treinamentos e monitoramento, reduzimos riscos em até 70%, oferecendo ROI imediato”, afirma Denise, que complementa: “Na Sidkron adaptamos serviços ao porte da empresa, com pacotes de investimento acessíveis que protegem estoques, clientes e reputação”.

Ameaças custam em média R$ 7,19 milhões por violação de dados no país, segundo o relatório anual – Cost of a Data Breach 2025 da IBM.

Denise Rasmussen, CEO da Sidkron Cyber Security – especializada em proteção personalizada para PMEs e grandes empresas

Principais portas de entrada para invasões

Brechas comuns exploram rotinas do dia a dia, como e-mails de fornecedores e acessos remotos, mas podem ser bloqueadas com investimentos acessíveis em cibersegurança. Algumas portas de entrada:

 

Phishing e engenharia social: são aqueles e-mails falsos de “fornecedores” ou “bancos” com links maliciosos que roubam senhas via cliques induzidos. Representa fator inicial em muitas violações, conforme relatório do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo federal;

 

Ransomware: refere-se ao sequestro de dados, que podem ocorrer em sistemas de planejamento empresariais (ERPs) e sistemas de estoque paralisando entregas; o Brasil viu 105 organizações vítimas em 2024, com crescimento de 69%, de acordo com estudo da Kaspersky;

 

Credenciais vazadas e acessos fracos: senhas fracas ou reutilizadas em portais de pedidos permitem invasão profunda na rede, comum em PMEs

segundo IBM;

 

Softwares desatualizados e terceiros: vulnerabilidades em ERPs legados ou acessos de transportadoras abrem portas, destacadas em Ocorrências de Segurança de Infraestrutura Crítica (OSIC) do GSI.

 

Soluções acessíveis para todos os portes? Treinamento

 

  1. Monitoramento de credenciais vazadas: ocorre escaneamento da dark web para identificar senhas expostas, o que pode permitir ações rápidas, como a troca, mas também avaliar outros pontos como o motivo desta senha ter sido exposta;
  2. Gestão mensal de vulnerabilidades através de escaneamentos automatizados que identificam falhas em ERPs e apps antes de ataques reais, alertando a equipe de TI para correções imediatas;
  3. Testes e auditorias frequentes, como por exemplo, o Pentest que simula invasões, validando defesas e garantindo conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Investir em segurança digital, especialmente na área do comércio varejista e atacadista de material para construção significa transformar cibersegurança em vantagem competitiva: conformidade LGPD, confiança de parceiros e foco em crescimento. Algumas empresas de materiais de construção em Goiás já têm nos buscado para blindar operações. O momento de agir é agora, antes que um clique custe milhões, já que prevenir é sempre melhor do que remediar”, conclui, Denise.

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